segunda-feira, 13 de junho de 2011

Colocando lenha na fogueira.

"Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação..." I Ts. 4:3


Queridos hoje gostaria que refletíssemos um pouco sobre esse importante tema: Santidade. E, para começar, gostaria de fazer a seguinte pergunta: (Responda rapidamente) O que é ser santo pra você?


A palavra santo, tanto no Antigo Testamento Kadosh, quanto no Novo testamento Hagios, tem o mesmo significado: Separado para Deus.

A Bíblia nos fala sobre três tipos de santificação, três tipos de separação. São elas: Posicional, experimental e final. É lógico que não são esses termos que encontramos na Bíblia, mas a compreensão do texto bíblico nos leva a essa conclusão.

Compreendendo melhor


Santificação posicional: Essa santificação é obra exclusiva de Deus e ocorre no instante exato da nossa salvação, quando nascemos de novo. Deus nos tira (nos separa) das trevas e nos transporta para o Reino do filho do seu amor. (Luz). "Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor," Col. 1:13
Essa santificação não depende de nós, é o próprio Deus que nos tira das trevas para a luz. É um estado. Nós somos santos porque essa é a nossa posição no reino espiritual. Portanto quando pecamos, é um santo quem peca. Quando Paulo escreveu aos irmãos de Corinto, apesar da situação deplorável que estava aquela igreja, Paulo os chama de Santos. "à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo." I Co. 1:2 e 3. Texto como o de Hebreus 12:14 que diz: "Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor." se refere a essa santificação posicional, afinal os que não nascerem de novo não verão a Deus. Apesar de ser um texto usado muitas vezes para incentivar as pessoas a se santificarem, sob a pena de não verem a Deus, não é sobre essa santidade que o texto se refere. Reflita comigo. Você acha que a santidade que nós temos seria suficiente para vermos a Deus? (Pode pensar no mais santo dos homens) A resposta é não. Nenhum de nós, por mais santificado que seja, poderia reivindicar isso para si. Logo, o texto se refere a posição que todos aqueles que creem em Jesus, que são igreja do Senhor têm. Somos santos porque Deus nos separou das trevas. Porque Ele nos salvou. E isso é graça.

Santificação experimental: Essa sim, depende também de nós. É a santificação diária que tem relação com a nossa comunhão com Deus. Nesse sentido existe pessoas que experimentam mais a santidade que outras.
Observe esse texto: "Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz" Ef. 5:8 O que Paulo nos ensina aqui é que aquilo que já é uma realidade no reino espiritual, deve ser percebido também no reino físico. Se hoje somos santos por posição, então devemos andar como santos. Devemos aprimorar a nossa santificação no temor de Deus. II Co. 7:1
Mas como viver uma vida santa em um mundo tão corrupto, tão cheio de armadilhas? De fato não é fácil, não existem fórmulas mágicas; existem princípios que não podem ser desprezados, observá-los fará toda diferença. Falarei sobre alguns deles:

Leitura da Palavra. (Bíblia) Gente! ler a bíblia diariamente deve ser uma prática perseguida por todos nós. É a palavra que irá nos alimentar, nos dá força nos dias de adversidade, nos sustentar. Não podemos desprezar essa prática. Não importa a quantidade que lemos por dia, o que importa mesmo é que esse seja um costume diário em nossas vidas.
"De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra." "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti." Sl 119:9 e 11

A prática da oração: Orar é conversar com Deus. Não existe comunhão sem conversa, sem diálogo, sem comunicação. Não precisamos, necessariamente, parar tudo para falar com Deus. Podemos e temos que fazer isso em todo instante. No trabalho, no ônibus, em casa... A oração nos dá sensibilidade para as coisas do Espírito. É lógico que, se pudermos reservar momentos a sós com Deus durante o nosso dia, melhor ainda. O que não podemos é deixar de orar. "com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos" Ef. 6:18

A importância da comunhão com os irmãos: Meus queridos! como é importante ter pessoas ao nosso lado, como é importante ter satisfação a dar, ter um líder, um Pastor, ter alguém ao nosso lado, próximo a nós. A Bíblia diz: "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.
Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante." Ec. 4:9 e 10
No livro de hebreus há um conselho sobre a importância de se viver junto como igreja , de congregar. Qualquer um que desprezar esse princípio está vivendo em uma situação de risco. Veja: "Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" Hb. 10:24 e 25
Meus irmãos! sei que não é fácil ter uma vida de santidade, praticar esses princípios, mas também sei que essa é a vontade de Deus para nós. Há um texto em LV 6:13 que diz: "O fogo arderá continuamente sobre o altar, não se apagará" Mas existia algo a ser feito para que o fogo continuasse aceso. Observe o verso 12: "O fogo, pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã..."
Praticar esses princípios é como colocar lenha na fogueira todas os dias. É fácil? Claro que não. Você acha que todos os dias os sacerdotes amanheciam dispostos a fazer isso? Faziam porque tinham que fazer. Crescer em disciplina é o que precisamos. Não podemos deixar para lermos a Bíblia, para orarmos, para irmos à igreja, apenas quando tivermos vontade. A nossa santidade depende dessas práticas.

Santificação final: Essa é a mais fácil de entender. É quando estivermos eternamente separados do pecado, revestidos de um novo corpo incorruptível. É Quando estivermos no céu. "Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade.
E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.
Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo." I Co 15:53-57

Conclusão


Quanto mais próximos de Deus estivermos, mais longe estaremos do pecado. Busquemos a Deus e estaremos nos santificando. E, lembre-se, quanto mais perto estivermos dEle, mais notaremos o quanto precisamos buscá-Lo. Leia Efésios Cap. 4 e 5, há ensinamentos importantes sobre santificação.

No amor do Pai,
Marcos Paulo Correia.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Asaph Borba fala sobre a situação de Davi Silva.

Porto Alegre, 11 de maio de 2011.

Prezados Irmãos Em Cristo
"acima de tudo porém esteja o amor que é o vínculo da perfeição" Colossensses 3:14

Há 12 meses atrás fui procurado pelo irmão Davi Silva, que conheço desde 1989, e de quem tenho sido conselheiro em várias estações de sua vida. Nessa ocasião ele me contou sua história recente de como tinha dado lugar ao inimigo e deixou-se macular por engano e mentira aumentando e inventando testemunhos, agindo assim fora da vontade de Deus, ferindo o corpo de Cristo, e maculando seu ministério.

Desde então, gradativamente, fui aconselhando e apascentando seu coração no sentido de submeter-se à disciplina que seu antigo líder havia imposto de afastar-se do ministério até, pelo menos, no final do ano.
Pouco tempo depois Davi me falou de que precisaria sair daquele ministério pois além de ter que buscar o seu sustento, já que não mais viajaria e venderia seus discos, e o que ganhava lhe havia sido cortado, havia também divergências com a visão.
Sabia que ali não seria pastoreado como ele e sua família precisariam, nesta época tão difícil de suas vidas. Depois que me colocou suas razões, a principal no meu entender, e também mais relevante era a ausência de uma Igreja local aonde ele e sua família poderiam estar congregando e sendo curados por Deus.


Pouco tempo depois falei com o líder daquele ministério antes de uma viagem que este faria por um longo tempo, e ele concordou com o fato de eu estar participando do processo, comprovou de que havia orado e abençoado Davi quando este se desligou.

Acompanhei também as negociações do Davi quanto ao seu desligamento da empresa e ministério da qual ele abriu mão de tudo, deixando para trás coisas até legítimas como seus direitos autorais, e suas matrizes pessoais. Meu conselho foi sempre visando resguardar e restituir os irmãos com quem Davi andava que foram também feridos por seu pecado.
No decorrer desse tempo Davi esteve conosco em Porto Alegre aonde pode ouvir com clareza sobre o propósito Eterno de Deus, e a centralidade de Cristo, esteve em nossa casa e em nosso retiro ministerial aonde ficou quieto ouvindo a voz de Deus em humildade e sendo ministrado pelos líderes pastorais da Igreja em Porto Alegre. Todo o processo foi acompanhado por meu pastor Moisés Cavalheiro de Moraes e por meu colega de ministério Jan Gottfridsson a quem narrei os fatos e o andamento com Davi e sua família. Quase todos os meses passei por Londrina e algumas vezes com Rosana, minha esposa, estivemos ministrando à vida de nosso irmão. Recomendei também ao Davi que estivesse procurando líderes locais para oração e conselho o que ele fez prontamente. Por outro lado estivemos participando junto com alguns irmãos de ofertas de amor que foram sendo estendidas ao Davi para ajudar em seu sustento, pois cada mês que passava a situação ficava mais difícil nesta área, mas mesmo assim manteve-se firme no propósito de restaurar a sua vida e ministério.
Neste período vários irmãos participaram também no conselho, no apoio e amor, alguns por telefone e outros em visitas pessoais. Constantemente eu participava cada passo aos meus irmãos de aliança ministerial, Adhemar de Campos, Gerson Ortega, Daniel de Souza, Fernandinho e Sóstenes Mendes. Todos eram unânimes na continuidade da disciplina mas anteviam com expectativa a restauração.
Davi começou também a congregar na Igreja Bola de Neve próxima de sua casa aonde sua filha já costumava congregar e atualmente seus filhos participam do grupo de louvor, cujo pastor Diogo Zampiri Rojas, mostrou amor acolhendo nosso irmão e sua família e passou acompanhá-lo de perto e pastoreá-lo em sua congregação. Em Janeiro de 2011, Rosana e eu marcamos de estar na casa do Davi em Londrina para os últimos passos desse processo. Ao estarmos lá passamos então checar todos os pontos que cremos promovem a restauração de alguém que caiu, e para nossa alegria o querido Davi poderia então recomeçar sua caminhada de volta.
Falei pessoalmente com vários irmãos além dos que aqui já citei, tive também uma longa conversa com Adhemar e sua esposa Aurora que foram unânimes em que o processo de liberação poderia começar desde que com alguns cuidados.
Falei por telefone com o Pastor Diogo e este deu bom testemunho e me confirmou que concorda com a inteira liberação de nosso irmão.
Os passos Bíblicos para restauração a que me refiro são:

1 - Arrependimento - Desde o princípio, pude ver que além de uma profunda vergonha Davi estava arrependido de seu pecado e tinha disposição de fazer o que estivesse ao seu alcance para restaurar-se. O fruto bíblico do arrependimento é a mudança de atitude, o que para Davi envolveria rever sua visão, suas profecias, sonhos, revelações e manifestações, o que lhe foi confrontado por mim e Rosana e acatado em seu coração.

2 - Confissão - Além de ter declarado publicamente que mentiu, e ter confessado especificamente e detalhadamente ao seu ministério, família e a nós, Davi não encobriu o seu pecado e confessou também ao Senhor.

3 - Perdão - Além de confessar Davi pediu perdão a Deus, e aos seus irmãos, e até hoje o faz quando necessário, e recebeu o perdão de todos.


4 - Restituição - Restituiu à sua família com sua atitude de busca profunda por restauração. Restituiu à Igreja com humilhação. Restituiu aos seus antigos líderes entregando-lhes sua parte nas matrizes, produções, estúdio, empresa e ministério, assim como todo o patrimônio de estoque de discos, que era o que tinha para entregar. Quanto à minha posição pessoal, só estou nesse processo por ter encontrado este irmão caído à beira do caminho e vi que poderia ser restaurado se pastoreado e direcionado corretamente.

Vi os fatos sem partidarismos ouvindo e orando por ambas as partes. Acompanhei o Davi com amor, zelando por sua integridade pessoal e pela unidade de sua família, sem de forma alguma macular o ministério de onde ele saiu.
Por fim, coloquei alguns critérios para a continuidade de seu ministério. Primeiramente a necessidade de uma supervisão que estarei fazendo pessoalmente. Também pedi ao Davi que neste primeiro período estivesse mandando para mim suas ministrações e seus novos cânticos, para que eu possa junto com outros irmãos continuar zelando pela verdade da visão e fatos, testemunhos e tudo mais que Deus lhe der, para que assim possa estar vivendo a verdade em verdade, e além de tudo, possa enfim ter vínculos profundos com a Igreja onde congrega e possa crescer e fazer discípulos de acordo com o propósito de Deus.
Creio que esta estação da vida de nosso amado Davi dará muitos frutos que trarão alegrias a todos nós. Recomendo a todos os meus irmãos, que dêem uma nova oportunidade para que o Davi possa continuar a ser útil na edificação do reino de Deus, e continue servindo o corpo de Cristo de forma sadia e FIEL.

No amor do Pai
Asaph Borba
blogdoasaph-blogdoasaph.blogspot.com

sábado, 7 de maio de 2011

COM QUEM NOS PARECEMOS: JESUS OU OS ESCRIBAS E FARISEUS ?

“Então falou Jesus as multidões e aos seus discípulos: na cadeira de Moisés se assentaram os escribas e fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem , porém não os imiteis nas suas obras ; porque dizem e não fazem . Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens , entretanto eles mesmos nem com os dedos querem movê-los. Praticam , porém , todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens ; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas . Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas , as saudações nas praças , e o serem chamados mestres pelos homens . Vós , porém , não sereis chamados mestres , porque um só é o vosso mestre , e vós todos sois irmãos. A ninguém sobre a terra chameis vosso pai ; porque só um é vosso pai , aquele que está nos céu . Nem sereis chamados guias , porque um só é o vosso guia, o Cristo . Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar , será humilhado ; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.” MAT.23:1-12

Nesses últimos dias temos visto e ouvido um evangelho que nos incentiva cada vez mais a estar em busca das plataformas , dos púlpitos dos elogios , dos reconhecimentos , dos louvores e de uma glória que não pertence a nós , mas ao nosso DEUS (Rm 11:36 ). Tenho visto que muitas vezes nós confundimos a nossa verdadeira motivação com nossos sentimentos , emoções , feridas e baixa-alta-estima , então o nosso orgulho entra em cena . Talvez, por isso, em alguns momentos da nossa vida nos parecemos mais com os escribas e fariseus do que com o nosso mestre Jesus . Nesse texto ele nos alerta a não imitá-los em suas obras.

Mais , quais são as suas obras ? Em que nos assemelhamos a eles? Será que praticamos as mesmas obras? Enfim. Vejamos , aqui algumas de suas obras :

1-Não praticavam o que pregavam (v.3). Eles tinham a prática diferente do seu discurso, diferente da sua pregação.

Será que nós praticamos o que pregamos? Será que quando declaramos em nossas pregações: Não peque! Estamos sendo os primeiros a observar isso? Ou quando saímos do púlpito, levamos uma vida que não condiz com aquilo que pregamos? levamos uma vida mergulhada no pecado?

No nosso dia-dia , quando cobiçamos , invejamos , falamos mal um dos outros, quando fingimos ser o que não somos, será que não estamos sendo como os escribas e fariseus.



2-dificultavam a prática da lei (v.4). Eles colocavam um fardo muito maior do que as pessoas podiam carregar. Fardo esse que nem mesmo eles carregavam. Será que nós também não dificultamos a prática da palavra de Deus? Será que nós não exigimos das pessoas coisas que nem nós mesmos podemos dar? Como dificultamos, tantas vezes, a prática do evangelho , criando regras e doutrinas até mesmo anti-biblícas que nem a liderança consegue cumprir.



3-Queriam as primazias nas sinagogas (v.6-5). Gostavam de aparecer, de estar em evidência.

Será que não estamos sempre querendo o lugar mais visto da nossa igreja: O púlpito? Para que as pessoas nos admirem, assim como os escribas e fariseus. Estamos querendo os primeiros lugares em tudo, em cantar melhor que a nossa irmã, em pregar melhor, em orar mais alto e com mais “poder”... Exercer chamado hoje virou uma competição de quem faz “melhor”, o congresso mais poderoso, o aniversário do ministério mais badalado, etc. Queremos fazer o melhor não para Deus, mas para nós mesmos, para recebermos elogios e reconhecimentos , para sermos os primeiros e não porque ELE É O PRIMEIRO . Está no púlpito hoje é sinônimo de “status”, de autoridade e de poder, o que era pra ser sinônimo de serviço e renuncia.



4-procuravam honra e glória (v.7-10). Gostavam de serem aclamados, reconhecidos como “vasos de Deus”.

Queriam receber honra e glória por serem líderes religiosos, por ocuparem um cargo importante . Muitos estão sempre esperando ser lisonjeados pelas pessoas, por causa do cargo que ocupam , como se o título de liderança nos desse algum privilégio (como ele diz no verso 11 “Mas o maior dentre vós seja o que vos serve”). O cargo que ocupamos é simplesmente para servirmos a Deus e aos nossos irmãos, se á algum privilégio á alguma coisa errada . Queridos até o dom que Deus te deu é para o serviço do seu reino , como diz o texto lá em Jr.9:24 ,’’ Mas o que se gloriar , glorie-se nisto : em me conhecer e saber que eu sou o Senhor...”.

Espero que toda essa semelhança seja mera coincidência, e que possamos rever nossos conceitos e valores , e principalmente a nossa motivação . Que essa verdadeira motivação sempre nos mova em tudo que formos fazer, não deixe seus sentimentos apagar a correta motivação, e jamais deixe o seu orgulho entrar em cena, pois nós nascemos para a glória de Deus . Deixe a luz de Cristo que está em você brilhar, e toda a glória será dada a Deus. Sejamos pois semelhantes a Jesus em tudo , inclusive no exercer o chamado. Que um dia nós possamos dizer a Deus o que Jesus falou :”Eu te glorifiquei na terra , consumando a obra que me confiaste a fazer’’. (Jo 17:4)



No amor do pai,
Rose Correia.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...